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Documentação clínica: mera burocracia ou qualidade de atendimento?
A documentação clínica e o registro adequado das intervenções são pilares éticos, legais e técnicos da prática do terapeuta ocupacional em consultório. No âmbito do CREFITO-3 e do sistema COFFITO, esses registros não são apenas recomendados — são obrigatórios e fundamentais para garantir a qualidade assistencial, a segurança do paciente e a proteção jurídica do profissional. Do ponto de vista normativo, o prontuário do paciente deve conter informações completas, claras e atua
há 2 dias2 min de leitura


Como pensar a prescrição de órteses: raciocínio clínico aplicado à prática da Terapia Ocupacional
A prescrição e confecção de órteses em Terapia Ocupacional é um dos momentos em que o raciocínio clínico se torna mais visível — e, ao mesmo tempo, mais sofisticado. Não se trata de escolher um modelo pronto, mas de construir uma solução individualizada, que dialogue com a dor, a função e, principalmente, com a vida cotidiana da pessoa. A órtese não é o fim do processo. Ela é um meio. E o que orienta sua escolha não é a patologia isolada, mas o impacto daquela condição no des
13 de abr.3 min de leitura


Prontuário não é burocracia: é raciocínio terapêutico ocupacional em ação
A evolução de prontuários em Terapia Ocupacional não é apenas um registro burocrático do atendimento; trata-se de um instrumento clínico, ético e legal que sustenta o raciocínio terapêutico ocupacional e comunica, de forma estruturada, o percurso do cuidado ao longo do tempo. Quando bem construída, a evolução traduz a complexidade da prática centrada na ocupação, evidencia resultados e permite que o processo terapêutico seja compreendido por outros profissionais, pelo próprio
6 de abr.3 min de leitura
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