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Por que o repouso pode piorar a dor crônica?
Muitas pessoas que convivem com dor crônica acreditam que o melhor a fazer é evitar atividades e descansar o máximo possível. Essa ideia faz sentido à primeira vista: se algo dói, parece lógico parar. No entanto, a ciência da dor tem mostrado que, em muitos casos, o repouso prolongado pode contribuir para a manutenção e até piora da dor crônica . Entender esse processo é um passo importante para recuperar a confiança no corpo e retomar atividades do dia a dia com mais seguran
24 de mar.4 min de leitura


Neuromodulação da dor: compreenda, avalie e intervenha com base em evidências
A dor não é apenas um sinal do corpo. Ela é uma experiência complexa, construída pelo sistema nervoso e profundamente influenciada por fatores emocionais, cognitivos e contextuais. Segundo a definição atual da IASP, a dor é “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada ou semelhante à associada a dano tecidual real ou potencial” . Essa definição muda completamente a forma como avaliamos e tratamos nossos pacientes. Por que entender a neuromodulação da dor é es
17 de mar.3 min de leitura


Dor crônica: por que a dor continua mesmo quando os exames estão normais?
Muitas pessoas que convivem com dor persistente passam por uma experiência frustrante: sentem dor diariamente, mas os exames de imagem — como radiografias, tomografias ou ressonâncias — não mostram alterações significativas. Em alguns casos, os profissionais dizem que “está tudo normal”. Essa situação gera dúvidas, insegurança e, frequentemente, a sensação de que a dor não está sendo levada a sério. No entanto, a ciência da dor avançou muito nas últimas décadas e hoje sabemos
10 de mar.5 min de leitura


História da Terapia Ocupacional no cuidado integral a pessoas com dor
A história da Terapia Ocupacional (TO) no manejo da dor é marcada por um percurso consistente de amadurecimento científico, clínico e político, fortemente alinhado à compreensão biopsicossocial da dor e à centralidade da ocupação na vida das pessoas. Os primeiros registros formais datam do final da década de 1970. Em 1978, ocorre a primeira menção documentada da Terapia Ocupacional em uma clínica de dor , apresentada por Grant na 10ª Conferência da Associação Australiana de T
8 de fev.3 min de leitura


Capítulo | Neurofisiologia da dor e suas aplicações na Terapia Ocupacional
Este capítulo nasce do encontro entre ciência, prática clínica e compromisso com uma Terapia Ocupacional contemporânea, crítica e baseada em evidências. Escrito por Dra Sibila Landin e sua aluna Jacinta, com minha colaboração, o texto propõe uma leitura atualizada e aplicada da neurofisiologia da dor , conectando os principais mecanismos neurobiológicos às decisões clínicas do terapeuta ocupacional. Ao longo do capítulo, discutimos de forma clara e acessível conceitos fundame
7 de jan.1 min de leitura


Manejo da Dor nos Níveis de Atenção à Saúde no SUS
Um cuidado integrado, humano e baseado em evidências A dor crônica é hoje reconhecida como uma condição de saúde complexa, multifatorial e com impacto significativo na vida das pessoas. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) organiza sua resposta a essa demanda por meio de uma rede que integra diferentes níveis de atenção, protocolos públicos e serviços especializados — incluindo os Centros de Referência da Dor Crônica (CR Dor), iniciativa da Secretaria de Saúde da cidade
8 de dez. de 20253 min de leitura


Tratamento Interdisciplinar na Dor
Um novo olhar para o tratamento da dor A dor crônica é uma condição complexa, multifatorial e subjetiva — influenciada por aspectos biológicos, psicológicos, sociais e ocupacionais . Nenhum profissional isoladamente é capaz de abordar todas essas dimensões. É por isso que o tratamento interdisciplinar é hoje considerado o padrão-ouro no manejo da dor, conforme preconizado pela IASP ( International Association for the Study of Pain ) e por diversas diretrizes internacionais
8 de out. de 20253 min de leitura


Terapia Ocupacional e Dor Crônica: Inovações que Transformam o Cuidado
A dor crônica é uma das condições de saúde mais desafiadoras do nosso tempo, afetando dimensões físicas, emocionais, sociais e ocupacionais da vida. Ela impacta a rotina, os papéis e a autonomia, exigindo abordagens integradas e centradas na pessoa. Nós, terapeutas ocupacionais, temos um papel fundamental nesse cenário, pois nosso olhar está voltado para o fazer humano e para as estratégias que devolvem sentido e participação à vida cotidiana. O desafio de viver com dor crôni
19 de set. de 20253 min de leitura


Dor crônica, medo e participação: desafios e caminhos para uma vida mais ativa
A dor crônica é um fenômeno complexo que vai muito além da experiência física. Ela afeta o corpo, as emoções, os relacionamentos e, sobretudo, a participação social e ocupacional — ou seja, a forma como a pessoa consegue se engajar em suas atividades cotidianas, no trabalho, no lazer e na vida comunitária. Um dos modelos mais influentes para compreender essa relação entre dor e limitação é o Modelo de Medo e Evitação (Fear-Avoidance Model) , proposto por Vlaeyen e colaborado
25 de ago. de 20253 min de leitura


Como a TO transforma a vida de pessoas com dor
A dor crônica é um fenômeno complexo, que ultrapassa a dimensão física e impacta a vida cotidiana, a participação social e a identidade ocupacional das pessoas. Nesse cenário, a Terapia Ocupacional se destaca como uma intervenção essencial, com evidências científicas de sua efetividade no manejo da dor. Foco na função e participação Mais do que reduzir a dor, a Terapia Ocupacional tem como objetivo devolver autonomia e significado à vida das pessoas. Revisões sistemáticas de
19 de ago. de 20252 min de leitura


Educar para respeitar
Disparidades de sexo e gênero na dor Esse ano a IASP decidiu pelo tema "Disparidades de Sexo e Gênero" (na dor) e a SBED seguiu com publicações sobre o assunto em seu Jornal dos Comitês. Caso você ainda não conheça, convido-o a entrar em https://www.sbed.org/materias.php?cd_secao=163 para ler os artigos escritos pelos membros da SBED. Tem muito material educativo e de qualidade por lá. Escrever o artigo abaixo foi um desafio. Não éramos pessoas "trans", nem pesquisadores do
16 de out. de 20241 min de leitura


Atuação do TO na dor
A terapia ocupacional (TO) tem um papel fundamental no manejo da dor, especialmente quando falamos de dor crônica, uma condição que afeta milhões de pessoas e pode impactar drasticamente a qualidade de vida. O foco do terapeuta ocupacional junto a pessoas com dor não se limita ao alívio da dor, mas na promoção da participação ocupacional e melhora da qualidade de vida, APESAR da dor. A dor crônica frequentemente resulta em limitação das atividades cotidianas, impactando a mob
6 de out. de 20243 min de leitura


Precisamos falar (e acolher) as dores femininas
Nós mulheres, somos ensinadas desde muito cedo, que algumas dores estarão presentes em nossas vidas e que devemos suportá-las com resiliência e (até) gratidão. A dismenorreia (dor associada ao período menstrual) pode nos acompanhar todos os meses por grande parte da vida. A alegria de gerar uma vida é assombrada pelas dores do parto. E estar nos padrões de beleza impostos pela sociedade pode nos render puxões, cera quente, agulhadas e muitos outros estímulos dolorosos. Uma mu
9 de mar. de 20232 min de leitura
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